A galeria escolhida para ser analisada pelo grupo no Inhotim foi a Galeria Psicoativa do Tunga. Após as analises em grupo, percebe-se que a maioria das obras se encontravam mais no âmbito contemplativo, apesar de algumas possuírem aspectos interativos, como a experiência de reflexo da sombra dos objetos, onde havia um banco para que se pudesse ver a obra de dentro". Além disso, outros aspectos foram analisados, como a maneira em que o prédio interfere nas obras, e nesse caso, o prédio foi feito de uma maneira que tenta fugir do "comum" ao fazer uma galeria com as paredes majoritariamente em vidro, o que permite o contraste do piso intermediário que é muito iluminado pelo luz natural com o piso superior, onde a luz não chega tanto e o piso inferior, que é completamente escuro. Esse contraste é feito para melhor atender as demandas de cada obra para uma maior imersão. Com isso, foi necessário também analisar os trajetos internos do ambiente e como eles nos conduzem para as diferentes obras, e nesse caso, existem diferentes maneiras de acessar os pisos superiores, passando por uma rampa interna, onde não existem outras obras, ou por uma escada externa a essa rampa central, onde existem outras partes que compõe a galeria, e para o piso inferior, há apenas a rampa central. A maneira com que o prédio é inserido no espaço do Inhotim é diferente de outros, sendo esse situado no meio da mata, com um contraste grande entre a vegetação do espaço externo e a construção central, o que por um lado trás dificuldades de acesso, como a estrada de terra que deve ser percorrida para chegar ao local. Foram feitos também dois desenhos de observação do local, um externo e um interno:


Comentários
Postar um comentário