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Mostrando postagens de abril, 2022

Crítica Estruturada das Imagens Luz e Sombra

Na aula do dia 28/04, foi proposto, como exercício para trabalhar a crítica e colocar em prática os conceitos vistos em aula, que fosse feita uma análise das fotografias do ensaio de luz e sombra dos outros colegas de sala, sendo o primeiro, o apresentado pela aluna Lara de Araujo Carvalho, que era a pessoa em sequência que estava depois de mim no slide da turma. As fotografias produzidas pela Lara se encontram abaixo, seguidas dos comentários que achei pertinentes sobre elas: As fotos acima demonstram, na minha visão especialmente na primeira imagem, um uso interessante do objeto para que fosse mantido o "mistério" sobre o que ele se trata, sem entregar o que ele é verdadeiramente, deixando aberto à interpretações mais abstratas, sendo explorado também, com as curvas do papel em conjunto com os diferentes ângulos de luz e das fotografias em si, as diferentes maneiras que a sombra e a luz trabalham de maneira contrastante, dando mais textura, profundidade e deixando a peça ma...

Pesquisa Sobre Fotógrafos

 A ideia dessa atividade que foi buscada pelo grupo é entender um pouco do contexto biográfico de cada um dos fotógrafos analisados, sendo eles Mario Cravo Neto, Maureen Bisilliat e Peter Keetman, mas principalmente algumas ideias, conceitos e interpretações por trás de obras selecionadas de cada autor. Mario Cravo Neto:   Mario Cravo Neto foi um fotógrafo, desenhista, escultor e cineasta nascido em Salvador BA em 1974 e falecido em 2009 em sua cidade natal. O foco dessa pesquisa será em sua carreira como fotógrafo, que foi onde mais se destacou, usando de temas como a natureza, o povo baiano, o candomblé e sua religiosidade para guiar suas inspirações principais para as fotografias. Seu início na área de artes visuais foi influenciado por seu pai, que passou a ele suas primeiras orientações sobre o campo e promoveu a sua convivência com o ambiente artístico. "O deus na cabeça, 1995. Foto de Mario Cravo Neto / Acervo IMS" "Câmeras queimadas, 1997.Foto de Mario Cravo Neto...

Luz e Sombra 2

 Após a exploração inicial de luz e sombra sobre os objetos produzidos na aula do dia 25/04, foram feitos comentários por parte dos professores da disciplina de como essas situações poderiam ser melhor exploradas em outros contextos. Entre os comentários, os que mais me foram essenciais para que compreendesse melhor a dinâmica e os conceitos apresentados foram entre outros: o trabalho melhor do fundo da imagem, onde nas minhas fotografias anteriores o fundo se mostrava muito destacado em relação ao objeto, que era o que estava sendo explorado, o que acabava roubando o foco verdadeiro da foto. Além disso, foram citadas questões como enquadramento da foto, exploração maior do objeto como algo além de apenas um pedaço de papel, e as tonalidades que melhor se encaixam para uma maior dinamicidade do contraste entre a luz e a sombra abordados. Com isso, foi proposto uma reformulação dos objetos e das fotografias com esses novos conceitos em mente, e as imagens que seguem representam o ob...

Luz e Sombra 1

 Na aula do dia 25/04, foi feita uma visita de campo ao Museu de Historia Natural e Jardim Botânico da UFMG, onde nos foi apresentado, entre outras dinâmicas, o desafio de produzir um objeto de papel através de técnicas de dobradura, corte e cola. Com o objeto em mãos, foi proposto que fosse feita a sua exploração diante de diferentes condições de luz, natural ou artificial, e sombra. Em seguida, as fotos tiradas foram apresentadas aos professores e ao resto da sala, onde foram feitos comentários construtivos sobre as fotografias, e como elas poderiam ser melhor exploradas em outros contextos, o que foi feito depois. As fotos em questão, assim como o objeto feito se encontram abaixo:

Análise dos Objetos em Dupla

 Dupla: João Peixoto Tavares e Letícia Genuino Rodrigues.  Para mim, a câmera é um objeto capaz de expandir a forma de ver variadas situações e objetos, exemplificando e tornando "física" a criatividade, sendo pelas fotografias, uma forma de representá-la. Nesse caso, a câmera quando utilizada, é capaz de expandir as possibilidades e fotografias, aumentando o modo de expressar minha criatividade, porém, não considero que ela seja essencial, pois existem outras maneiras de expressar essa criatividade, que muitas vezes são preferidas sobre a câmera, mostrando, ao desenhar paralelos com texto "Animação Cultural", uma relação de "superioridade" referente aos objetos.  Já o post-it, para Letícia, é uma maneira de materializar e representar a sua qualidade de organização, e acaba se tornando uma necessidade para que a sua característica citada seja colocada em prática, devido à sua praticidade e objetividade. Sem ele, a organização tem dificuldade de ser express...

Texto Sobre "Animação Cultural por Vilém Flusser"

 O texto Animação Cultural por Vilém Flusser trás o ponto de vista dos objetos, representados por uma mesa redonda, para discutir sobre os direitos objetivos. Ao analisar o texto, algumas ideias valem ser ressaltadas. Primeiramente, é possível ressaltar o ponto levantado de que a humanidade apenas levaria em conta a sua ação sobre o mundo por meio dos objetos, ignorando a contrapartida das ações do mundo sobre os humanos mediadas pelos objetos, o que mostra a falta de consideração do homem com a relação de codependência entre nós, os seres animados e os objetos, que aqui trazem uma visão de objeto separada de seres inanimados, e ao pensar sobre isso, é possível perceber que há uma inversão na relação pré-estabelecida homem-objeto que conhecemos. Como exemplo dessa relação de codependência é possível citar o exemplo dado no texto sobre como os objetos, mais especificamente os aparelhos, foram e são essenciais para os avanços nas ciências tanto exatas quanto inexatas. Em adição,...

Um Objeto que me Representa

 Na aula introdutória da disciplina de Fundamentação para Projeto de Arquitetura e Urbanismo 1, foi requisitado que fosse levado para a sala, pelos alunos, um objeto que nos representasse em algumas características. Minha escolha de objeto foi uma câmera, pois ela faz a representação de algumas características que eu acho importantes de se valorizar em mim e gosto de pensar que as possuo. Primeiramente, eu vejo a câmera como um objeto que permite a "materialização" ou a representação de uma visão criativa e diferenciada do mundo e das coisas que nos cercam, pois ela permite que seja feito, através das fotografias, a ilustração da visão subjetiva de cada pessoa para que ela seja difundida ou ate mesmo guardada, e penso em mim como uma pessoa muito criativa e que valoriza muito esse atributo. Além disso, a câmera permite armazenar memórias e lembranças de uma pessoa, e eu também guardo muito o meu passado como algo que me fez e gosto de relembrar com nostalgia os momentos passa...

Minha Introdução

 Meu nome é João Peixoto Tavares, sou aluno de Arquitetura e Urbanismo-diurno da UFMG, natural da cidade de Belo Horizonte. Tenho 20 anos de idade, farei 21 em setembro e me formei no ensino médio no final de 2019. A Arquitetura não é o primeiro curso que ingressei, pois no Enem de 2019 fui aprovado em Engenharia Metalúrgica, também pela UFMG, onde cursei dois semestres através do ERE, porém após esses dois semestres, percebi que aquele não era o curso ideal para mim, não era o ideal para que eu pudesse exercer meus gostos e características,  o que encontrei na Arquitetura, e através do processo de reopção oferecido pela universidade, me transferi para o curso, onde me encontro hoje com muita perspectiva e satisfação pela escolha.